Quem puder pesquisar sobre esta mulher, não perca tempo. Grande influente no mundo. Para adiantar: nasceu na Somália, sofreu clitorectomia, era uma muçulmana que chegou a fazer parte da Fraternidade Mulçulmana, o pai arranjou um casamento com um outro somali que vivia no Canadá e que até então ela nunca conhecera, viajou para a Alemanha para de lá ir para o Canadá, mas ao invés disso resolveu fugir para a Holanda, lá conseguiu asilo e virou cidadã holandesa, combateu o islamismo com unhas e dentes, sendo, evidentemente, ameaçada de tudo o quanto era tipo de maneira, colocou a questão da imigração e da relação da Holanda com o Islamismo em debate, virou parlamentar pelo Partido Liberal, tentaram caçar sua cidadania holandesa, teve que fugir com amparo da Segurança do governo holandês para os Estados Unidos por ameças de morte. Escreveu um livro com sua autobiografia que eu tentei resumir em um parágrafo. O nome é Infiel: a história de uma mulher que desafiou o islã.Leiam. Nele ela escreve, e como escreve bem, que o grande desafio do século será a relação do Ocidente com o islamismo e, principalmente, a relação do Ocidente e o tratamento do islamismo perante as mulheres. Uma coisa série e que ela é a grande pivô do assunto.
O livro é muito bom para entender um pouco deste tratamento e do cotidiano delas num país muçulmano, bem diferente de como se vive em outros, como a Etiópia, ou a Nigéria.

